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AÇORES

Director Regional alerta: importante garantir pescaria sustentável de atum

O director Regional das Pescas dos Açores remeteu a 18 de Junho um comunicado às associações do sector da pesca alertando para “a importância” de garantir que a pescaria de atum seja realizada de “uma forma responsável e sustentável”. Refira-se que Portugal já atingiu 66% da quota de atum patudo.

No documento enviado, Luís Rodrigues (na foto) congratulou-se com “a abundância de atum que se tem verificado no mar dos Açores”, mas adverte os parceiros do sector para “a necessidade de se fazer uma gestão das capturas” de tunídeos.

“Por um lado, a gestão de capturas permite assegurar uma melhor estiva, conservação e armazenamento, por forma a garantir um produto de excelência, e, por outro, é uma forma de regular o valor do atum no mercado, não deixando que o preço por Kg caia”, refere.
Portugal já atingiu 66% da quota de atum patudo

Segundo Luís Rodrigues, “é prudente gerir bem as ‘manchas’ de atum”, acrescentando que “Portugal já atingiu 66% da quota de atum patudo”. “Agora, mais do que nunca, é importante garantir uma pesca em qualidade e não em quantidade”, defende.

O director Regional das Pescas lembra “as diligências” do Governo dos Açores, nos últimos anos, junto da ICCAT – Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico e da Comissão Europeia para a defesa da pesca de atum de salto e vara.
Reivindicações em Bruxelas

“O Executivo açoriano tem reivindicado em Bruxelas a redução do número de dispositivos agregadores de peixe (FAD) por embarcação, bem como a diminuição do número de embarcações cercadoras a pescar no Atlântico”.

No documento enviado, Luís Rodrigues destaca ainda a realização da I Conferência Internacional de Salto e Vara, organizada pelo Governo dos Açores, com projecção a nível mundial, “para defender uma pescaria altamente selectiva e ‘amiga’ do ambiente, dado que não apresenta capturas acessórias”.

O director Regional refere ainda a Declaração dos Açores de Apoio à Pesca de Atum de Salto e Vara, que resultou daquela conferência internacional e que se constitui como “um código de conduta” para as pescarias do atum, tendo sido assinada por 16 países e mais de 100 instituições do sector da pesca.

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