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Notícias

Associações de Lisboa enviam carta aberta ao Sindicato dos Estivadores

Em carta aberta, as associações A-ETPL – Associação – Empresa de Trabalho Portuário (ETP Lisboa, AOP – Associação Marítima e Portuária e AOPL – Associação de Operadores do Porto de Lisboa mostram "forte indignação" face aos dois novos pré-avisos de greve para o porto de Lisboa.

As associações consideram que um dos pré-avisos é "altamente gravoso, com a paralisação total deste massacrado porto durante uma semana, com efeitos a partir do final deste mês e até meados de fevereiro".

Na carta aberta fica demonstrada a "estupefação" das associações "por terem surgido estes pré-avisos de greve em pleno decurso do processo negocial de revisão do CCT, que se desenvolvia com toda a normalidade e cujas negociações preliminares se previam breves e tendentes a um acordo".

"Parece-nos de uma enorme irresponsabilidade que, estando próximos de um acordo sobre matérias fundamentais, e prontos para a admissão, no imediato, de mais 18 trabalhadores para o setor, tenha essa Direção sindical decidido dinamitar novamente esse entendimento. Só interpretamos tal atitude como uma manifesta e inconfessável forma de não quererem uma paz social no porto de Lisboa", apontam as associações.

Referem ainda que só a paz social "permitirá recuperar a imagem depauperada do porto de Lisboa, criar postos de trabalho e revitalizar as atividades que nos justificam a todos e tão necessárias são ao País e aos portugueses", e que esta tem sido impedida pelo sindicato, provocando "vantagens competitivas adicionais a outros destinos de carga".

"As greves declaradas pelo SETTCMCSP colocam também em causa o abastecimento regular das Regiões Autónomas, além de perturbarem a inversão do ciclo económico, por serem contrárias às necessidades de estímulo ao importantíssimo e vital setor exportador", acrescentam as associações.

"É uma inovação no direito português poder um grupo de cidadãos recusar uma lei aprovada no Parlamento e delimitando a seu bel-prazer o território de não aplicação, com imposição da sua vontade às autoridades legítimas. É verdadeiramente extraordinário, concluem.

 

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