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Notícias

PORTO DE SETÚBAL

Terminal de contentores avaliado positivamente pelo representante da Tarros Line

O Terminal Multiusos Zona 2 (TMS2) do Porto de Setúbal é escalado pela Tarros Line, desde novembro de 2009, com a linha de serviço regular Great Pendulum Service. Desde então, a Tarros Line que, em Portugal, escala exclusivamente o Porto de Setúbal, tornou-se um armador âncora na exportação por este porto para o Mediterrâneo.

O responsável pela linha Tarros Line na Atlantic Lusofrete, Gonçalo Barreiros, em entrevista de balanço sobre o serviço do TMS2, classifica como “bastante positiva” a avaliação global do terminal, destacando “o serviço prestado em terra, na atribuição e receção de equipamento, na informação prestada, nas relações pessoais com os clientes e disponibilidade demonstrada”.

A Tarros Line movimenta exclusivamente carga contentorizada, sendo as principais exportações constituídas por produtos florestais, agroalimentares, cerâmicas, produtos químicos e agroquímicos. Afirma aquele responsável que são cargas com origem na região de Setúbal; na região centro, eixo entre Leiria e Aveiro; em Lisboa e na Extremadura Espanhola. Estas cargas saem pelo Porto de Setúbal “fruto de um esforço por parte da Atlantic Lusofrete de oferecer aos clientes soluções competitivas, sempre que possível, com recurso à intermodalidade”.

O destino são portos mediterrânicos, a zona de ação da Tarros Line, onde destacam os mercados italiano, através dos portos de La Spezia e Salerno, o turco, o egípcio e grego, relevando também a crescente importância dos mercados argelino e líbio.

Recorda, ainda, que a opção Porto de Setúbal “ficou a dever-se em grande parte ao volume de cargas expectável com origem na região de Setúbal, o que se veio posteriormente a confirmar”. Quanto ao futuro, considera existir “potencial de crescimento para o serviço em Setúbal, nomeadamente através da melhoria na regularidade” com a implementação, no futuro, de escalas fixas semanais.
Conclui, considerando “haver da parte do terminal espaço para uma estratégia de maior competitividade na obtenção de cargas. Uma estratégia dessa natureza permitir-nos-ia alavancar a nossa oferta, nomeadamente, na zona norte do país, assim como, em Espanha, procurando atrair cada vez mais cargas oriundas destas regiões”.

O porto de Setúbal, como porto de shortsea por excelência, reúne quatro características comerciais fundamentais que raramente são observáveis juntas num porto e que o distinguem: localização na Região de Lisboa; vastas áreas para expansão da Plataforma Logístico/Portuária de Setúbal; acessibilidades marítimas para navios de média dimensão, é garantida a entrada de navios com calados até 12 metros todos os dias do ano, condicionados à maré, e possui um dos maiores terminais de contentores do país, o TMS2, com 20 ha de parque.

O TMS2 tem uma frente de cais acostável de 725 metros com 4 postos de acostagem, fundado a 15 metros. Está equipado com um pórtico de cais Panamax e outro Post-panamax. Com a instalação de mais dois ou quatro pórticos pode aumentar a sua capacidade para 400 a 600 mil TEU.