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PORTO DE SINES NA AGENDA

Diplomacia económica no centro da visita do Presidente do Panamá a Portugal

O reforço das relações económicas, dos investimentos, e a abertura do porto de Sines às crescentes importações provenientes do oriente e do continente americano foram aspetos destacados pelo Presidente Cavaco Silva na receção, hoje em Belém, ao seu homólogo do Panamá.

O Presidente panamiano Ricardo Martinelli, 61 anos, iniciou esta manhã uma visita oficial de dois dias a Portugal a convite de Cavaco Silva, a primeira de um chefe de Estado deste estratégico país da América central.

A privilegiada posição geográfica do Panamá, e em particular o alargamento em curso do Canal que une os oceanos Atlântico e Pacífico, mereceram a atenção de Cavaco Silva durante uma breve declaração aos `media`, ladeado pelo Presidente panamiano e pelas duas comitivas, onde se incluíam os chefes das diplomacias, e que mantiveram uma reunião de trabalho no palácio de Belém.

"Estamos convencidos que [o alargamento do Canal] também trará benefícios para Portugal, em particular para o porto de Sines, um dos melhores portos de águas profundas de toda a Europa. Reforçará também certamente a centralidade dos portos portugueses nas rotas de comércio internacional", disse o Presidente português, perante a anuência do seu homólogo.

A "plataforma logística" associada ao Canal, o reforço dos "laços de comércio e de investimento" com os países da América central, com destaque para o Panamá, o "interesse das empresas portuguesas" em diversos setores e a importância da reunião que o Presidente panamiano mantém na tarde de hoje com empresários portugueses foram outros aspetos referidos por Cavaco Silva.

Nesta perspetiva, o chefe de Estado sustentou que Portugal permanece uma "plataforma" para a Europa e para África, recordou o acordo de associação entre a União Europeia e os países da América central sobre uma zona de comércio livre, e exortou os empresários portugueses a fixarem-se no Panamá.

"Tive ocasião de dizer que na Europa se vê o Panamá como um país de segurança jurídica e de estabilidade fiscal, são fatores muito importantes para o fortalecimento das relações económicas, de investimento, comerciais", disse.

Em resposta, Ricardo Martinelli sublinhou as "já excelentes relações" entre os dois países, a "cultura do mar, dos portos, dos oceanos, que foi o que fez grande Portugal e o Panamá", e reafirmou que a visita vai aprofundar as relações comerciais entre os dois países, num momento em que o estratégico canal se está "a expandir".

Para o chefe de Estado panamiano, que também viajou acompanhado pela mulher, Portugal será uma das economias "que mais vai beneficiar com o acesso direto que têm os seus portos, para destacar as excelentes condições do porto de Sines.

A escolha do Panamá como "ponto logístico, centro de comando de operações" das empresas portuguesas, num país "com o maior aeroporto e os maiores portos da América latina" são vantagens que Martinelli deverá repetir no seu encontro desta tarde com os empresários.

"Estamos certos que as empresas portuguesas que querem fazer negócios na América latina vão pretender estabelecer-se no Panamá, e a partir do Panamá alcançar o mercado sul-americano, centro-americano e do Caribe e, porque não, também o mercado da América do norte", sugeriu.

Por fim, o chefe de Estado panamiano anunciou um convite oficial a Cavaco Silva e mulher para visitarem o seu país, e desejou a presença do Presidente português na Cimeira Ibero-Americana, que decorre em 18 e 19 de outubro da Cidade do Panamá, antes de recordar o intercâmbio já existente entre autoridades marítimas.

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