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Sardinha em conserva alimenta 3500

Em Portugal existem 20 fábricas da indústria conserveira, sendo que 12 vivem essencialmente da sardinha e em termos globais, isto porque se trata de um trabalho sazonal, estas empresas empregam cerca de 3500 pessoas, maioritariamente mulheres, que recebem um pouco acima do salário mínimo, no Continente e Açores.

“Por exemplo, uma fábrica de Peniche, no pico máximo, entre setembro e novembro, quando há mais trabalho, emprega cerca de 800 pessoas”, explicou Castro Melo, presidente da associação Nacional dos Industriais de Conservas de Peixe.

Com as condicionantes dos valores de captura da sardinha a indústria no último ano “teve que recorrer à importação, porque Portugal capturou muito menos do que aquilo que era necessário”, referiu.

Castro Melo, sublinha que “a pesca de cerco é praticamente inofensiva, mas há anos de grande abundância e anos de pouca, além das condicionantes impostas”, acrescentando que “para já a indústria não estrá muito bem, não há grande quantidade de peixe”.

Por outro lado, admite, “esta também não é uma boa época para a indústria, com os santos populares há mais procura do peixe fresco, um consumo que absorve quase tudo e pouco sobra para a indústria”.

Para além disso, frisa Castro Melo, “há o problema do preço, enquanto que para o consumo em fresco é um produto acabado e preço sobe, para a indústria é matéria prima”.

Dá como exemplo o preço do cabaz, cerca de 22,5 quilos, nos últimos dias, “que tem atingido os 30, 40 e 50 euros, preços que para a indústria são incomportáveis”.

Apesar destas dificuldades a indústria conserveira exportou no ano passado 16 mil e 200 toneladas de conserva de sardinha, “cerca de 65% da nossa produção”.

“Exportamos para todos os países da União Europeia, para o EUA, Canadá, Venezuela, Extremo Oriente, Israel, Palestina ou China”, revela Castro Melo.

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