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Importância de pescaria sustentável ainda pouco reconhecida

O Maritime Stewardship Council (MSC), organismo que defende a prática de pesca sustentável, ainda enfrenta um desafio de reconhecimento de consumidores em países como Portugal, admitiu o diretor adjunto para a Europa.

“Em muitos lugares, a indústria ainda não conhece o trabalho do MSC nem o que significa”, admitiu Camiel Derichs à agência Lusa, durante uma visita às ilhas Lofoten, onde a pescaria do bacalhau “skrei” é certificada como sustentável pelo MSC desde 2011.

A pescaria do “skrei”, bacalhau que migra na fase da desova e que pode ser encontrado no mar da Noruega, ao largo das ilhas Lofoten, é considerada um exemplo.

Após seis anos de trabalho que envolveu autoridades e indústria, ganhou a certificação do MSC graças à boa gestão dos ‘stocks’.

A abundância contribuiu para o aumento da quota de pesca do bacalhau da Noruega em cerca de 30%, para um milhão de toneladas em 2013.

Porém, vários pescadores noruegueses mostraram-se pouco conscientes da certificação e o diretor de uma unidade de processamento em Stamsund disse à Lusa não ter notado vantagens.

“É bom e correto, mas não estou certo que os consumidores estejam convencidos e paguem mais por peixe certificado”, afirmou Paul Hauan, responsável da Norway Seafoods naquela localidade.

Camiel Derichs garante que “o reconhecimento está a crescer” e que os benefícios chegarão, mas sublinha que o processo de sensibilização é gradual e que está limitado pela relativa pequena dimensão desta organização não-lucrativa.

O MSC tem atualmente escritórios em 14 cidades de países como Espanha, Alemanha, África do Sul, Reino Unido, Suécia, Holanda, França, Islândia, EUA, Austrália e China.

Desde a fundação em 1997 já certificou 190 pescarias, que podem assim apresentar o rótulo ecológico azul nas suas embalagens.

Em Portugal, a pescaria da sardinha portuguesa recuperou a certificação do MSC em janeiro após uma avaliação negativa da dimensão dos ‘stocks’ ter resultado em um ano de suspensão.

Camiel Derichs (na foto) reconhece que o rótulo pode ainda ser pouco valorizado por pescadores e consumidores nacionais, mas que pode ser importante nas exportações, por exemplo, de enlatados portugueses.

Desafiou ainda pescadores portugueses que participam em pescarias internacionais já certificadas a procurarem ser atestados pelo MSC.

Um estudo realizado no ano passado por esta organização mostrava que cada vez mais consumidores identificam o dístico, sobretudo no norte da Europa.

“Os efeitos sentem-se a longo-prazo, em termos de sustentabilidade do ecossistema, mas também a nível comercial”, afirmou Derichs.

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