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O MAR EM CARTEIRAS DE FÓSFOROS

O Infante D. Henrique e a construção das caravelas

Na década de sessenta, quem usasse isqueiro (e não fósforos) para acender o seu cigarro, tinha de pagar uma licença ao Estado português. O fisco dispunha mesmo de zelosos funcionários, os “fiscais de isqueiro”, que, ao detectarem um cidadão a usar isqueiro em espaço público, o interpelavam para verificação da licença ou, caso esta não existisse, aplicar a respectiva sanção. Esta estranha licença era justificada pelo Estado Novo com a protecção à indústria fosforeira nacional, então de importância (como agora se diz) estratégica. Assim, os utilizadores de isqueiro subsidiavam os apoios à indústria fosforeira.

OUÇA A RUBRICA "CADERNETA DE CROMOS", DE NUNO MARKL, SOBRE A LICENÇA DE ISQUEIRO

O filuminismo (colecção de carteiras, caixas ou etiquetas de fósforos) sempre foi uma interessante componente do coleccionismo, tanto em Portugal como a nível mundial. A diversidade de temas é em muitos aspectos semelhante à dos cromos.
A temática marítima esteve sempre associada ao filuminismo.

Com o aparecimento dos isqueiros, tanto para os fumadores como no uso doméstico, os fósforos perderam muita da sua importância e as empresas fabricantes acabaram por fechar e com elas as belas colecções que produziam.

fonte

 

















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