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Milhares de peixes lançados em vários rios para combater extinção das espécies

A associação ambientalista Quercus e outras entidades vão lançar nas próximas semanas milhares de peixes em diversos rios portugueses para combater a extinção das espécies.

Paulo Lucas, da Quercus, explicou à agência Lusa que as espécies escolhidas "estão criticamente em perigo de extinção", devido não só à poluição existente nos rios, como também à seca associada às alterações climáticas.

Na quarta-feira, as duas entidades vão lançar o ruivado do Oeste pela primeira vez na bacia do Sizandro e pela segunda vez no Alcabrichel (ambos no distrito de Lisboa), rios onde a poluição tem vindo a pôr em perigo de extinção aquela espécie.

Nos dias 01 e 02, as duas entidades vão avançar com uma acção idêntica na bacia do rio Mira (Alentejo), onde vão ser lançadas centenas de bogas do sudoeste e de escalos do Mira. Nos dias 08 e 09, é a vez do escalo do Arade na bacia do rio Arade, em Silves (Algarve).

No caso dos rios alentejanos, a seca extrema é o principal factor a contribuir para a sua extinção.

Os peixes têm vindo a ser reproduzidos na Estação Aquícola de Campelo (Figueiró dos Vinhos) do Centro de Biociências do Instituto de Psicologia Aplicada (ISPA).

Os projectos envolvem a Quercus, o ISPA e a Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa.

Trata-se de espécies que existem há cinco milhões de euros naqueles rios, estando hoje em dia confinadas às ribeiras daquelas regiões, o que explica também estarem em perigo de extinção e entre as cinco espécies portuguesas de peixes mais ameaçadas.

O projecto prevê ainda em cada zona acções de recuperação dos habitats e de limpeza e consolidação das margens dos rios, para criar condições para as espécies sobreviverem e reproduzirem-se, ao permitir uma melhor circulação e uma maior oxigenação da água.

As descargas de águas residuais poluentes, que contaminam os cursos de água, a seca, a proliferação de espécies animais e vegetais invasoras e as más práticas de intervenção nos habitats ribeirinhos contribuem para aumentar os riscos de extinção das espécies.

Lusa/SOL

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