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Notícias

Empresas e centros de investigação portugueses podem concorrer a 40 MEuro para inovação na água

Empresas e instituições de investigação portuguesas podem apresentar propostas de inovação no setor da água num concurso europeu com 40 milhões de euros para financiar soluções práticas, adianta Francisco Nunes Correia, presidente da Parceria Portuguesa para a Água.
Nunes Correia (na foto) explicou à agência Lusa que este será o último concurso nesta área a decorrer no âmbito do atual quadro comunitário de apoio e, a partir de 2014, inicia-se um novo ciclo de financiamento, que ainda está em discussão entre os Estados membros da União Europeia (UE).
A iniciativa da Parceria Europeia de Inovação para a Água, denominada Inno&Demo, ou seja, inovação e demonstração, vai receber propostas até 04 de abril e Nunes Correia espera que os portugueses "aproveitem a oportunidade".

"Procura-se que apareçam consórcios com entidades de investigação, mas 30% têm de ser obrigatoriamente empresas", referiu o responsável da Parceria portuguesa, que participa na iniciativa europeia.
Nunes Correia realçou a "grande preocupação de fomentar a inovação, que é não apenas fazer investigação e encontrar novas maneiras de o fazer, mas também provar que elas funcionam, pô-las no terreno, criar protótipos".
"As empresas portuguesas, em conjunto com centros de investigação e universidades, podem concorrer a esta primeira chamada, dentro das linhas programáticas", referiu o ex-ministro do Ambiente, acrescentando que, neste concurso, "estão previstos 40 milhões de euros" para "seis a oito projetos".

Para o especialista, "Portugal tem de aspirar a estar na génese destes processos e influenciar as suas linhas de rumo e é isso que a Parceria [portuguesa] tem procurado fazer".
"Isto é importante para Portugal, de vários pontos de vista, [nomeadamente] interno, o país desenvolveu tecnologia e tem um 'know-how' de nível europeu e tem de o valorizar e pretende internacionalizar ainda mais este setor", realçou.
Nunes Correia pertence ao grupo de peritos de aconselhamento ao comissário europeu do Ambiente no âmbito da Parceria Europeia para a Água que definiu um plano estratégico visando a inovação para aumentar a competitividade a nível mundial.

"Apesar da crise e da austeridade, que todos sofremos e [para a qual] temos de ser solidários, era muito triste que isso significasse o caminho do país para o subdesenvolvimento. Não pode significar, Portugal fez um trajeto extraordinariamente interessante no domínio da água, nos últimos 15 a 20 anos", defendeu, quando questionado acerca das consequências das dificuldades económicas no setor.
"Todos sabemos que o momento é difícil, mas não podemos deixar desmontar tudo aquilo que construímos", insistiu o responsável da Parceria Portuguesa para a Água, recordando que Portugal é apontado a nível internacional como um exemplo neste setor.