Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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VEJA O FILME

Os índios da Meia-Praia | António da Cunha Telles

A Meia - Praia, comunidade piscatória próxima de Lagos, no Algarve, vive com o 25 de Abril de 1974 uma experiência original e exemplar. As velhas casas são substituidas por moradias de pedra erguidas pela população e nasce a esperança de constituição de uma cooperativa de pesca. Dúvidas, contradições , e desgaste que um projecto de tal empenho implica e o primeiro acto eleitoral livre [pós-queda do regime].

JOSÉ AFONSO

Fui à beira do Mar

Fui à beira do mar | Ver o que lá havia | Ouvi uma voz cantar | Que ao longe me dizia
Sentei-me a descansar | Enquanto amanhecia | Entre o céu e o mar | Uma proa rompia

JOSÉ AFONSO

Tenho Barcos, Tenho Remos

Tenho barcos, tenho remos | Tenho navios no mar | Tenho amor ali defronte | E não lhe posso chegar.
Já fui mar já fui navio | Já fui chalupa escaler | Já fui moço, já sou homem | Só me falta ser mulher.
 

JOSÉ AFONSO

Mar Alto

Fosse o meu destino o teu | Ó mar alto sem ter fundo | Viver bem perto do céu | Andar bem longe do mundo...
Antes as tuas tormentas | do que todas as revoltas | No céu azul que adormentas |A solução nunca volta...

Bilhetes para sessão especial de «Titanic» esgotaram em poucas horas

Os fãs de Titanic esgotaram em poucas horas as entradas para a sessão especial do filme em 3D, que aconteceu ontem, 14 de Fevereiro no mundo todo, um mês e meio antes de sua estreia oficial. A procura foi tão grande que sobrecarregou diversos servidores na internet. Os espectadores que conseguiram os passes especiais foram os primeiros a reviver na tela a viagem e o naufrágio do famoso transatlântico, retratados na longa-metragem de 1997, dirigido por James Cameron e vencedor de 11 Oscars.

Gondoleiro do Amor, de Castro Alves

Teus olhos são negros, negros, como as noites sem luar ... / São ardentes, são profundos, como o negrume do mar... / Sobre o barco dos amores, da vida boiando à flor, / doiram teus olhos a fronte do Gondoleiro do amor...

«O Navio Fantasma», de Richard Wagner

Conta a lenda que, depois de uma tempestade terrível, o capitão de um navio holandês jurara dobrar o Cabo da Boa Esperança, nem que para isso tivesse que navegar eternamente. O Diabo, que escutou o juramento, condenou-o então a viajar pelos mares até ao Juízo Final sem esperança de redenção, a menos que encontrasse uma mulher capaz de amá-lo até à morte. Apenas de sete em sete anos o capitão é autorizado a ir a terra para tentar encontrar a mulher que o redimirá.

AMÁLIA E DULCE

Canção do Mar

Fui bailar no meu batel / Além no mar cruel / E o mar bramindo / Diz que eu fui roubar / A luz sem par / Do teu olhar tão lindo
Vem saber se o mar terá razão / Vem cá ver bailar meu coração / Se eu bailar no meu batel / Não vou ao mar cruel/ E nem lhe digo aonde eu fui cantar / Sorrir, bailar, viver, sonhar...contigo

Os Amantes do Tejo

“Os Amantes do Tejo” é um filme dos anos 50, cujos exteriores foram rodados em Lisboa. Amália Rodrigues canta o célebre “Barco Negro”, mas esse é apenas um dos factores que torna este filme muito especial para os lisboetas, e não só.
Podemos apreciar, com algum pormenor, a Lisboa desse tempo, sem ponte, sem Cristo-Rei na outra Banda, mas com sinaleiros, pregões populares, varinas, empregados de mesa fardados, ardinas, engraxadores e Salazar, cujos serviços de Censura cortaram quase 20% do filme, depois de terem proibido a exibição em Portugal.
Há ainda uma espectacular guitarrada pelo Mestre Jaime Santos, o Rossio com eléctricos, a Bica típica, o porto de Lisboa com movimento intenso de navios…

À memória de Ruy Belo

Tejo

Aqui ainda é o Tejo dos salgueiros
um rio manso sem navios nem gaivotas à ré
aqui o Tejo é de avieiros
mar de fingir a serenidade as fúrias da maré

Poemas do Mar

Navio Negreiro

'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço
Brinca o luar — dourada borboleta;
E as vagas após ele correm... cansam
Como turba de infantes inquieta.

AMOR ELECTRO

Barco Negro

Vi depois, numa rocha, uma cruz, E o teu barco negro dançava na luz
Vi teu braço acenando, entre as velas já soltas
Dizem as velhas da praia, que não voltas: São loucas! São loucas!

"Barco Negro" cantado por Amália, por Mariza, agora pelo novo projecto "Amor Electro".
O mar continuando a seduzir os nossos compositores e instrumentistas.
 

Ó MAR PINTADO, QUEM TE PINTOU...

Peixeiras de Ílhavo (século XIX), de Zé Penicheiro

Pintura a gouache sobre platex, da autoria de Zé Penicheiro (a obra encontra-se assinada e datada no canto inferior direito), retrata uma cena familiar: a composição revela-nos duas peixeiras, de pé, e uma outra sentada, com uma criança ao colo. Sob fundo dourado e azul – representativo da areia e do mar, enquanto as mulheres aparecem representadas com tonalidades escuras.
A peça foi doada ao Museu Marítimo de Ílhavo pelo autor em 1989.

Nem o Pai Natal escapa aos piratas

A vida não está fácil para muitos e, pelos vistos, para o Pai Natal também não. Até a simpática figura foi interceptada pelos piratas. Ainda não é conhecido qualquer pedido de resgate; observadores bem colocados arriscam a possibilidade dos piratas ficarem apenas com os brinquedos, deixando o Pai Natal regressar em paz à Lapónia.

Sardinhas ilustradas

São latas de conserva tipicamente portuguesas, mas sem o aspecto tradicional a que estamos habituados. Uma ideia da marca Jose Gourmet, que nasceu entre dois amigos: um piloto de aviões (Adriano Ribeiro) e um designer e ilustrador (Luís Mendonça).
Em tempos, ambos trabalharam em Macau e, sabendo da qualidade de alguns produtos “de cá”, não entendiam a dificuldade do país em exportá-los. Mais tarde, decidiram contribuir para a divulgação de alguns sabores nacionais. “Apercebemo-nos de que as conservas eram um produto maltratado, apesar de ter uma série de qualidades, como o Ómega 3, e ser bem melhor do que outros alimentos que os nossos filhos consomem…”, diz Luís Mendonça à Pública. E conta como o desafio era chegar às crianças e aos adultos, afastando o aspecto saudosista para que a estética normalmente associada à indústria conserveira remete.
 

CINE-ESPLANADA MIRAMAR

«Le Grand Bleu», de Luc Besson

O francês Jacques Mayol e o italiano Enzo Molinari competem para ver quem é o melhor mergulhador desde a infância, passada na Grécia, onde o pai de Jacques morreu afogado, traumatizando-o para sempre. Vinte anos depois, Jacques - agora um mergulhador a serviço de pesquisas científicas - é novamente desafiado por Enzo, e os dois disputam o título mundial em Taormina, Itália.
Sejamos claros: "Le Grand Bleu" de Luc Besson é simplesmente o melhor filme ilusório de todos os tempos. Nunca a mistura entre sonhos e realidade foi tão perfeita e paradisíaca. Sim, porque a misteriosidade e beleza dos oceanos é autênticamente bem "domesticada" neste filme, que conta com, quem sabe, a melhor fotografia filmográfica de qualquer filme feito na história do cinema.

CINE-ESPLANADA MIRAMAR

«Porto», de Ingmar Bergman

"Porto" (Hamnstad, 1948) foi o quinto filme realizado por Ingmar Bergman. No filme, o realizador explorou cenários da cidade portuária de Gothemberg.
Em "Porto" acompanhamos a história da jovem Berit e de sua relação com um homem alguns anos mais velho, Gösta. Berit trabalha como operária numa fábrica, esteve internada num reformatório e não aceita o facto de os pais não se terem divorciado quando ela era criança, o que a obrigou a crescer entre brigas e ressentimento. Gösta é um homem simples, marinheiro, passa meses a fio no mar, gosta de mulheres como diversão, porque nunca conseguiu (nem quis) criar uma relação com nenhuma delas.
 

POEMAR

El mar triste

Palpita un mar de acero de olas grises
dentro los toscos murallones roídos
del puerto viejo. Sopla el viento norte
y riza el mar. El triste mar arrulla
una ilusión amarga con sus olas grises.

POEMAR

«Mar» | Federico García Lorca

El mar es / el Lucifer del azul. / El cielo caído / por querer ser la luz.

CINE-ESPLANADA MIRAMAR

Veleiro do filme «Piratas das Caraíbas» deixou o Funchal

A réplica do veleiro H.M.S Bounty, mandada construir pela MGM Studios, em 1962, para o filme "Mutiny on the Bounty", com Marlon Brando, e, mais recentemente, utilizada no filme Piratas das Caraíbas, "O cofre do homem morto", deixou ontem, segunda feira, a baía do Funchal, onde esteve fundeada durante dois dias.

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