Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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POEMAR

E Homero fez florir o roxo sobre o mar

Um sorriso de espanto brotou nas ilhas do Egeu
E Homero fez florir o roxo sobre o mar
O Kouros avançou um passo exactamente
A palidez de Athena cintilou no dia

SOPHIA DE MELLO BREYNER

Gráfico

Mostrai-me as anémonas, as medusas e os corais | Do fundo do mar.
Eu nasci há um instante.
A mulher branca que a noite traz no ventre | Veio à tona das águas e morreu.
Chego à praia e vejo que sou eu | O dia branco.

KAREN BLIXEN

Velas e Valsas

O navio desistiu de navegar contra a corrente e aliou-se ao vento e às águas; as suas velas estão agora enfunadas e ele avança, orgulhoso, sobre as ondas condescendentes. A sua velocidade é fruto do seu esforço e dos seus méritos ou dos méritos de forças externas? (...) A mulher que valsa abandona-se nos braços do seu hábil parceiro.

MARIA BETHÂNIA

Movimento dos barcos

É impossível levar um barco sem temporais
E suportar a vida como um momento além do cais
Que passa ao largo do nosso corpo

MARIA BETHÂNIA

Eu Que Não Sei Quase Nada Do Mar

Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim | Clara noite rara nos levando além da arrebentação | Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão

SOPHIA DE MELLO BREYNER

Navio naufragado

Vinha de um mundo
Sonoro, nítido e denso.
E agora o mar o guarda no seu fundo
Silencioso e suspenso.

SOPHIA DE MELLO BREYNER

Poema inspirado nos painéis de Júlio Resende para o monumento que devia ser construído em Sagres

Nenhuma ausência em ti cais de partida.
Movimento ritual, surdo rumor de búzios,
Alegria de ir ver o êxtase do mar
Com suas ondas-cães, seus cavalos,
Suas crinas dev vento, seus colares de espuma,
Seus gritos, seus perigos, seus abismos de fogo.

SOPHIA DE MELLO BREYNER

Lusitânia

Os que avançam de frente para o mar
E nele enterram como uma aguda faca
A proa negra dos seus barcos
Vivem de pouco pão e de luar.

SOPHIA DE MELLO BREYNER

O Hospital e a Praia

E eu caminhei nas praias e nos campos
O azul do mar e o roxo da distância
Enrolei-os em redor do meu pescoço
Caminhei na praia quase livre como um deus

SOPHIA DE MELLO BREYNER

Procelária

É vista quando há vento e grande vaga
Ela faz o ninho no rolar da fúria
E voa firme e certa como bala

As suas asas empresta
à tempestade
Quando os leões do mar rugem nas grutas
Sobre os abismos passa e vai em frente

SOPHIA DE MELLO BREYNER

Mar sonoro

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim,
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho,
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.

O mundo que olha o mundo

Do lado de lá está o mundo; e do lado de cá? Sempre o mundo: que outra coisa queriam que estivesse? E então, fora da janela, o que é que fica? Ainda e sempre o mundo, que nesta ocasião se desdobrou em mundo que olha e mundo que é olhado. (…) Ou então, dado que há mundo do lado de cá e mundo do lado de lá da janela talvez o eu não seja mais do que a janela através da qual o mundo olha o mundo.

Artista paraplégica cria cadeira de rodas subaquática

Sue Austin está a chamar a atenção do mundo com a invenção e criação da primeira cadeira de rodas subaquática do mundo. Graças a esta inovação desenvolveu uma performance acrobática subaquática que pode ser apreciada durante as Olímpiadas Culturais, uma série de eventos que decorrem em paralelo com os Jogos Paralímpicos.

MARIA BETHÂNIA

Debaixo d'água

Debaixo d'água tudo era mais bonito
Mais azul, mais colorido
Só faltava respirar
Mas tinha que respirar
Debaixo d'água se formando como um feto

ARTISTA PLÁSTICO DEIXOU A SUA MARCA NO PORTO DE AVEIRO

Faleceu Zé Augusto

Faleceu o artista plástico aveirense Zé Augusto, aos 82 anos de idade. Zé Augusto deixa o seu nome inscrito em várias obras do Porto de Aveiro, convidado pela actual administração a produzir painéis em azulejo que assinalaram o Bicentenário da Abertura da Barra de Aveiro e a inauguração da ligação ferroviária ao porto de Aveiro.

Anastasiya e o mar

Anastasiya Molchanova é uma artista ucraniana, nascida em 1983. O mar é um dos temas em que se inspira, habitualmente, para a produção das suas obras. Exibe, no curriculum, várias exposições, em Lisboa e localidades do Alentejo.

MÚSICAS DE VERÃO

«Summer Wind», Frank Sinatra

Músicas de Verão, para ouvir na praia; canções evocando o mar, os prazeres do sol mais forte, o agito que rima com as noites quentes…

Destaque para "Summer Wind", de Frank Sinatra.

MÚSICAS DE VERÃO

A Praia | Agnaldo Rayol

Músicas de Verão, para ouvir na praia; canções evocando o mar, os prazeres do sol mais forte, o agito que rima com as noites quentes…
Destaque para “A Praia", por Agnaldo Rayol.

1001 UTILIZAÇÕES

Concha-brinco, concha-vela...

Quem gosta de conchas consegue dar-lhe uma vasta série de utilizações: por exemplo brincos. E que tal uma moldura, uma vela... Utilizar, de preferência, na decoração da casa de praia... mas gostos não se discutem, não é?

Conchas, ostras, tubarões e até sereias inspiram desfiles internacionais de moda

Conchas, peixes, tubarões e até sereias viraram inspiração de marcas que desfilaram nesta temporada internacional. Tudo começou em Milão, com a passarela assinada por Donatella Versace que, além de estampas, desenhou acessórios com estrelas-do-mar e cavalos-marinhos.
Em Paris não foi diferente. Ricardo Tisci, estilista da Givenchy, criou roupas que lembravam escamas de peixe e tinham barbatanas de tubarão em detalhes: nas sandálias e pingentes gigantes. Nas críticas sobre o desfile, muitos editores comentaram que depois de rottweilers e panteras, o estilista se tinha inspirado em criaturas marítimas.

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