Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




O Rio Uruguai

É um rio sul-americano que nasce na Serra Geral (Brasil) e que se forma pela junção dos rios Canoas e Pelotas, na divisória entre os Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A nascente mãe é o Rio Pelotas, que nasce a cerca de 65 km a oeste da costa do Atlântico. A foz do Rio Uruguai é a bacia hidrográfica do Prata e é formada pela junção dos rios Uruguai e Paraná. O Uruguai é um dos rios mais importantes na hidrografia do sul do Brasil e serve de fronteira entre o país, a Argentina e o Uruguai, tendo Uruguaiana como principal cidade gaúcha banhada pelas suas águas.

PROGRAMA SEPLAT

Uma porta para o conhecimento do nosso território

O Programa SEPLAT possui uma importância estratégica para a Marinha e para Portugal, com especial interesse para o apoio ao desenvolvimento das ciências marinhas e às actividades relacionadas com a economia do Mar, constituindo também informação relevante para o ordenamento e gestão sustentada do nosso território.

PONTO DE INTERROGAÇÃO

O que é a Carta dos Sedimentos Superficiais da Plataforma Continental Portuguesa?

A "Carta dos Sedimentos Superficiais da Plataforma Continental Portuguesa" é uma publicação do Instituto Hidrográfico. Esta cartografia, pertencente à “Série Sedimentológica”, é constituída por oito folhas, à escala de 1:150 000, e respectivas notícias explicativas.
Até à data, encontram-se publicadas três folhas: a SED 5 (Do Cabo da Roca ao Cabo de Sines), a SED 6 (Do Cabo de Sines ao Cabo de S. Vicente) e SED 7-8 (Do Cabo de S. Vicente ao Rio Guadiana).
A produção destas cartas teve origem no Programa SEPLAT, cujo objectivo era cartografar os sedimentos superficiais do fundo marinho. Este programa, em desenvolvimento no Instituto Hidrográfico desde 1974, é financiado pela Marinha e destina-se a substituir as antigas "Cartas Litológicas Submarinas", publicadas entre 1913 e 1941.

Carta Litológica Submarina da Costa de Portugal do Cabo Mondego ao Cabo Carvoeiro

Carta Litológica Submarina da Costa de Portugal do Cabo Mondego ao Cabo Carvoeiro. Feita principalmente com os elementos da carta nº 3 da Missão Hidrográfica da Costa de Portugal, 1920.

GMV contribui para a segurança marítima portuguesa

A GMV, empresa tecnológica Portuguesa do sector Aeroespacial, acaba de anunciar a sua participação na 2.ª fase do projecto MARISS (Segurança Marítima por Satélite), que se inicia ainda durante o mês de Outubro. O projecto MARISS faz parte da iniciativa GMES (Global Monitoring for Environment and Security), programa Europeu de criação de competências de Observação da Terra em prol de serviços relacionados com o Ambiente e meio Marítimo e tem como objectivo melhorar as aplicações de segurança marítima através do uso de imagens de satélite.

EMPRESA PORTUGUESA INTEGROU O PROJECTO

Satélite Cryosat-2 revela mapa das correntes do Ártico

O satélite Cryosat-2, desenvolvido pela Agência Espacial Europeia, conseguiu obter resultados de relevo desde que foi lançado para a órbita terrestre, em Abril de 2010. Os dados recolhidos já permitiram a criação de um mapa mostrando a circulação oceânica na bacia do Ártico, no Pólo Norte, e o impacto que poderão ter as alterações a estas correntes no futuro do Planeta.

PLANET IN ACTION

Controle uma frota de navios pelo mundo inteiro, usando os recursos do Google Earth 3D

Se o Google Earth 3D já possuía uma legião de admiradores declarados, este aplicativo vem consagrá-lo ainda mais: agora é possível navegar em navios e também num zeppelin pelo mundo todo no nosso browser. "Planet in Action Ships" funciona como um simulador, dando-nos a possibilidade de viajar pelos mapas do Google Earth 3D, controlando navios à nossa escolha.

Há um rio por baixo do Amazonas

Existe uma corrente de água subterrânea por baixo do rio Amazonas, no Brasil, e chama-se Hamza. A 4000 metros de profundidade um fluxo de água muito mais lento do que aqueles que se vêem à superfície, inicia a viagem nos Andes e termina no oceano Atlântico.

PROJECTO COMEÇOU ESTA SEMANA NO RIO NEGRO

Primeiros rios do Google Street View vão ser fotografados na Amazónia

A maior floresta tropical do mundo, a Amazónia, vai poder ser descoberta a partir de casa. O Google Street View chegou ao noroeste do Brasil e as primeiras fotografias, do Rio Negro, já estão disponíveis online. Os promotores do projecto querem que as imagens panorâmicas destes lugares remotos sirvam de alerta para os perigos da desflorestação.

Lista dos principais portos líbios

Lista dos principais portos líbios, com informações detalhadas sobre cada um deles, incluindo geolocalização e contactos.

CONDIÇÕES DO MAR AO LARGO DE PENICHE E DA NAZARÉ

Agora online, de hora a hora

O Instituto Hidrográfico (IH) tem vindo a instalar, desde 2009, uma rede de monitorização das condições do mar ao largo de Peniche e da Nazaré. Este esforço é apoiado pelo projecto Europeu MONICAM (MONItorização do CANnhão da Nazaré) e tem por principal objectivo possibilitar, a todos os interessados, o acesso a observações e outra informação das condições que ocorrem ao largo da costa, tanto à superfície como em profundidade, nalguns casos mesmo até perto do fundo.

Por onde andam os navios da TARROS

Em vez do já ultrapassado flash de abertura dos sites, quase sempre colocado para complicar quem necessita de rapidez no acesso à informação, a TARROS optou por um ecran de entrada com a geolocalização dos navios da sua frota.

Projecto de Extensão da Plataforma Continental portuguesa

"Existe aquilo a que se chama os ‘oásis de vida’, em zonas hiper-báricas, onde os seres vivos se adaptaram a condições extremas de vida. O conhecimento sobre esses seres extremófilos permitirá um sem-número de aplicações." Aprovando-se o aumento territorial, Portugal passará a deter os direitos de exploração dos recursos no sobreleito e subleito de uma área de 2,150 milhões de quilómetros quadrados.
 

O MAR QUE NOS ENVOLVE

Vales e canhões submarinos

A plataforma continental portuguesa é estreita e cindida por diversos vales e canhões submarinos, dos quais se destacam os canhões da Nazaré, do Tejo (Lisboa) e do Sado (Setúbal). O talude continental, que liga a plataforma às planícies abissais apresenta declives variáveis, sendo mais vigorosos entre o Vale de Aveiro e o Canhão da Nazaré e mais suaves no esporão da Estremadura.
 

O Canhão da Nazaré é o maior desfiladeiro submarino da europa

O Canhão da Nazaré, como o nome indica fica situado na costa da Nazaré, Portugal. É o maior desfiladeiro submarino da Europa, tem uma extensão de cerca de 200 km e chega a atingir os 5.000 m de profundidade. Rico e diverso em vida marinha, tem vindo a ser alvo de vários estudos por parte da Marinha Portuguesa, e várias outras instituições, nacionais e estrangeiras, com o objectivo e como argumento para expansão da "Zona Econômica Exclusiva Portuguesa", ZEE.
Recentemente os pesquisadores encontraram, por exemplo, um tubarão a 3600 metros de profundidade, assim como diversas colónias de corais.

DISPONÍVEIS NA WEB

Ortofotomapas do Arquivo do Porto de Aveiro

São 103 fotos em formato JPG, dimensões várias, resolução média,  de ortofotomapas produzidos pela TECTA (Técnicos de Topografia e Aerofotografia, LDA.) para a JAPA (Junta Autónoma do Porto de Aveiro). Cobertura fotográfica de Agosto de 1986, agora disponibilizada na web pelo Porto de Aveiro. 
 

Cientistas da UC descobrem como a força destruidora dos vulcões pode originar vida

Um estudo da Universidade de Coimbra (UC) está a ser destacado pela NASA como um dos mais interessantes do ano na área da detecção remota. Vasco Mantas, responsável pela investigação, analisou imagens de satélite de uma região do Oceano Pacífico – na faixa sudoeste, junto a Tonga – após a erupção de um vulcão submarino e descobriu que se produziu um bloom no aparecimento de microalgas naquela zona.

ESA mostra imagens da Terra quase em tempo real

Chama-se Miravi e é um novo serviço da Agência Espacial Europeia que mostra imagens enviadas pelo satélite Envisat, quase em tempo real.  Há cinco anos que a Agência Espacial Europeia (ESA) mostra imagens de satélite na Internet para serem usadas por cientistas e interessados em estudar as mais variadas temáticas como, por exemplo, as alterações climáticas.
Agora, a ESA adiciona mais 13 mil imagens de satélite a partir do serviço Miravi.

Local do desastre da Air France tem o melhor mapeamento submarino do mundo

Devido ao intenso rastreamento realizado na região onde há dois anos caiu o avião da Air France, a área de 2 mil quilómetros quadrados deve atrair pesquisadores. É o outro lado da tragédia. Na busca pelos destroços do voo 447 – desaparecido no mar a 1 de Junho de 2009 – entraram em acção pela primeira vez os Veículos Subaquáticos Autónomos (AUV), extremamente eficientes no vasculhamento do solo marinho. Eles cartografaram cerca de 2 mil quilómetros quadrados da costa brasileira, com uma precisão de 20 centímetros.

Conheça o robot que encontrou os destroços do Airbus

Os destroços do voo 447 da Air France foram localizados por um robot subaquático Remus 6000, modelo que já foi usado pelo governo americano na Guerra do Iraque. Após quase dois anos, a quarta tentativa de encontrar os destroços foi bem-sucedida graças ao uso de três desses veículos subaquáticos autónomos, que vasculharam uma área de 10 mil km² no Oceano Atlântico, a cerca de 1.500 km da costa de Recife.

 

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