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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Descoberto campo de crinóides a 500 metros de profundidade ao largo do Algarve

Um grupo de investigadores descobriu a mais de 500 metros de profundidade, ao largo do Algarve, um campo de crinoides, organismos marinhos semelhantes a plantas, informa fonte do Centro de Ciências do Mar (CCMAR), da Universidade do Algarve. Os campos de crinoides estão classificados como habitats sensíveis pela União Europeia, já que podem ser utilizados como zonas de reprodução para espécies de peixes como o salmonete e a pescada, refere o CCMAR em comunicado.

Descobertas 120 espécies novas para as ilhas Berlengas

Mergulharam entre anémonas cor-de-rosa e peixes azuis escondidos em recifes de corais vermelhos, para fazer o maior levantamento da biodiversidade marinha das ilhas ao largo de Peniche.

Portugal vence concurso europeu com estudo sobre governação dos oceanos

Portugal e outros quatro Estados membros com frente atlântica (Espanha, França, Irlanda e Reino Unido) venceram uma proposta conjunta no concurso europeu lançado pela DGMare (Comissão Europeia) com o projecto “Planeamento transfronteiriço no Atlântico Europeu”.
O trabalho, que começa em Novembro, vai durar 18 meses e tem um orçamento global de um milhão de euros.

COM O APOIO DO IPTM

Maior expedição dos últimos 20 anos às Berlengas arranca esta segunda-feira

A maior expedição de cientistas dos últimos 20 anos à ilha das Berlengas, ao largo de Peniche, parte esta segunda-feira a bordo do navio ‘Creoula’, na expectativa de até ao dia 30 caracterizar a biodiversidade marinha existente.
A campanha é promovida pela Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC), envolvendo cerca de 80 pessoas, entre mergulhadores, investigadores e estudantes universitários que, repartidos em dois grupos, vão fazer a cartografia e caracterização de espécies e habitats.

COOPERAÇÃO TRANSNACIONAL

MarineBiotech

A Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) é membro de uma Coordination Support Action em biotecnologia marinha – MarineBiotech, desde 1 de Outubro de 2011. A MarineBiotech é uma rede com 11 parceiros, coordenada pelo Research Council of Norway, Noruega.
O objetivo principal do CSA MarineBiotech será preparar as bases para uma potencial ERA-NET na área de biotecnologia marinha.

LAGOONS

Gestão integrada de lagunas costeiras europeias no contexto das alterações climáticas

A questão ambiental de fundo deste projecto centra-se nos efeitos antropogénicos e nos impactos das mudanças climáticas (especialmente os efeitos dos eventos climáticos extremos) nas massas de água de superfície, em particular nos ecossistemas lagunares costeiros. O objetivo principal do projeto LAGOONS é contribuir para uma gestão integrada dos sistemas lagunares costeiros, envolvendo o trinómio ciência, políticas e atores chave. Neste contexto, o projeto irá contribuir para a integração de vários instrumentos da UE, nomeadamente a Diretiva-Quadro da Água, a Diretiva Habitats, a Recomendação para a Gestão Integrada das Zonas Costeiras, e a Diretiva-Quadro Estratégia Marinha.

CIÊNCIAS DO MAR

Onde o gosto pela biologia se aprofunda

O Mar Profundo é o domínio dos oceanos para além das 200 milhas de profundidade, uma linha divisória um tanto arbitrária, mas funcional do ponto de vista descritivo.
O mar profundo é também aquele que fica para além do acesso directo da luz solar, uma definição de fronteira e transição que deve ser entendida com amplitude. Este espaço tridimensional dos nossos oceanos foi durante séculos um campo de incógnitas, um gerador de mitos, um reduto de incertezas e indiferença e um desafio desconhecido.

Farmácias vivas marinhas

O que a baba de um caracol marinho tem a ver com as túnicas dos imperadores romanos? E o vómito de uma baleia com a perfumaria francesa do século XIX? E os corais moles do Caribe com o parto de uma vaca? Essas relações absurdas foram possíveis graças à Biotecnologia, uma ciência multidisciplinar formada pela interacção entre a Biologia, Bioquímica, Citologia, Engenharia Genética e uma boa dose de criatividade e paciência dos cientistas.

Bioprospecção a partir dos oceanos

No que diz respeito ao nosso planeta, estima-se que existam cerca de 30 milhões de insectos, 1,5 milhão de algas, 1,5 milhão de fungos, 1 milhão de animais, além da existência de mais de 400 mil espécies de plantas. Grande parte dessa riqueza natural é oriunda dos oceanos, que representam a maior concentração de vida no planeta, cobrindo 70,8% da superfície da Terra.

Organismos marinhos como fonte de novos fármacos: histórico & perspectivas

Nesta breve revisão comentam-se alguns aspectos históricos dos estudos químicos e farmacológicos realizados com organismos marinhos e suas implicações científicas, como a descoberta de novos produtos naturais com acção em alvos moleculares peculiares, além da utilização desse conhecimento pela indústria farmacêutica no processo de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de fármacos.

O QUE FAZEM SEIS VACAS NO FUNDO DO MAR?

Estão à espera de cientistas portugueses...

Talvez seja difícil acreditar que no fundo do mar, a mil metros, ao largo de Setúbal e da ilha do Faial, repousam seis vacas, ou o que resta delas. Mas, sim, são mesmo vacas. E há razões - científicas - para alguém as ter lançado de navios, borda fora, já mortas e presas a blocos de cimento, há cerca de um ano.
Esperam, desde então, pela visita de cientistas portugueses. O que terá acontecido às carcaças dos animais? Terão sido completamente comidas? Ainda restarão ossos?

Peixe abissal muito raro encontrado entre a Madeira e o Algarve

Um raro peixe abissal, que vive a mais de 1000 metros de profundidade, foi encontrado pela primeira vez no Atlântico Norte, entre a ilha da Madeira e o Algarve, revela um artigo publicado na revista Journal of Fish Biology.
Este peixe, da espécie Cetichthys indagator, tem 15 centímetros de comprimento e é castanho, com barbatanas cor de laranja e uma boca que lembra a das baleias. Foi capturado a 24 de Novembro de 2010, entre os 1000 e 4400 metros de profundidade e a 370 quilómetros a Nordeste do arquipélago da Madeira, pelas redes do R/V Meteor M83/2, navio utilizado numa expedição da Universidade de Hamburgo.

JOÃO CANNING CLODE

O Cientista do Caranguejo

À boleia do "Petrolisthes armatus", o investigador português João Clode inovou - em vez do aumento da temperatura, estudou os efeitos do frio na biodiversidade.

Investigadores da Universidade de Aveiro descobrem novas espécies animais na plataforma continental portuguesa

Um grupo de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) descobriu quatro novas esp écies animais na plataforma continental portuguesa, anunciou aquela instituição de ensino superior. Tratam-se de vermes marinhos com uma forma muito simples e com poucas características morfológicas externas que permitam distingui-los.
«Os vermes marinhos têm maxilas bastante variáveis e é sobretudo através delas que se identificam as espécies. É preciso, portanto, paciência e muita dedicação», disse Ana Rodrigues, coordenadora da investigação.

Portugueses descobrem que pinguins estão a disputar camarão da Antárctida

Pela primeira vez, o que comem duas espécies de pinguins foi estudado no mesmo local e ao mesmo tempo na Antárctida, para ver se competem entre elas por alimentos. Este estudo, da equipa do biólogo José Xavier, na primeira campanha coordenada portuguesa à Antárctida, entre Novembro de 2011 e Abril de 2012, permitiu concluir que os pinguins-gentis e os pinguins-de-barbicha disputam o mesmo camarão da Antárctida, na ilha de Livingston.

Novo órgão sensorial descoberto nas maiores baleias-de-barbas

Cientistas no Canadá e nos Estados Unidos descobriram um novo órgão sensorial em certas baleias-de-barbas, mais precisamente nos rorquais, que serve para coordenar a sua forma característica de se alimentar, que consiste em abrirem a boca e expandirem a garganta para a encher de água e mais água. A descoberta poderá permitir explicar como é que estas baleias conseguem sustentar um corpo de um tamanho tão desmesurado. O trabalho foi publicado na última edição da revista científica Nature.

DESCOBERTA SURPREENDE CIENTISTAS

Ostras com pérolas na ria Formosa, do Alvor e do Guadiana

Há pérolas nas ostras da ria Formosa, do Alvor e do Guadiana. A descoberta foi feita por cientista algarvios que há dez anos estudam uma espécie particular de ostras, uma espécie que não costuma produzir pérolas.
É uma descoberta que os investigadores consideram ser surpreendente. Frederico Batista e Ana Grade, da Estação Experimental de moluscicultura de Tavira do IPIMAR, e Deborah Power, do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve,dedicam-se ao estudo das ostras da espécie crassostrea há 10 anos. Mas nunca tinham visto pérolas nestas ostras.

PORTUGAL

Site da Universidade de Aveiro permite ler na net mais de 2500 livros sobre África e Oriente

A Universidade de Aveiro, através do projeto “Memória de África e do Oriente”, tem já online mais de 2500 obras, referentes à história dos países de Língua Portuguesa, durante a administração colonial.

Descoberto no Pacífico o maior vírus de sempre

O maior e mais complexo vírus jamais visto acaba de ser descoberto por cientistas franceses ao largo do Chile.
Baptizado Megavirus chilensis e isolado ao largo da costa chilena, é descrito por Jean-Michel Claverie e colegas, da Universidade Aix-Marseille, França, na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, como sendo “cabeludo e com espigas na cabeça” . Recorde-se que um vírus é basicamente uma molécula de material genético dentro de um invólucro de proteínas e que precisa de parasitar células, por exemplo vegetais ou animais, para se conseguir replicar.

Japão descobre terras raras no Pacífico

Um grupo de investigadores japoneses descobriu vastos depósitos de metais de terras raras nos fundos marinhos do oceano Pacífico. Estes elementos são utilizados em diversas aplicações tecnológicas. O jornal britânico Nature Geoscience relatou que uma equipa de cientistas liderada por Yasuhiro Kato, um professor associado de Ciências da Terra da Universidade de Tóquio, encontrou estes elementos químicos em 78 locais do Pacífico.

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