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Trabalho pioneiro de biólogos do Algarve reproduziu em cativeiro o cavalo-marinho de focinho comprido, com uma taxa elevada de sobrevivência. O mercado da aquariofilia pode ganhar uma nova espécie.
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O Centro de Oceanografia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa organiza o Simpósio de Ciências Marinhas, que ocorrerá anualmente, tendo como principal objectivo juntar os investigadores que desenvolvam actividade nas diversas disciplinas científicas que contribuem para o conhecimento do Mar e Sistemas Costeiros.
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Assim que são lançados ao mar, mergulham até mil metros e andam aí nove dias ao sabor das correntes. Vão depois até aos dois mil metros, para subirem logo, enquanto medem a temperatura e salinidade. Uma vez na superfície, enviam os dados por satélite. Cerca de três mil flutuadores, os Argo, estão a fazer isto numa rede global de observação dos oceanos - e agora um deles foi lançado a 25 milhas do cabo Espichel pelo Centro de Oceanografia da Faculdade de Ciências de Lisboa, levado pelo navio Noruega, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
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A Universidade do Algarve (UAlg) quer lançar no mercado choco produzido em cativeiro no espaço de cinco anos, ao abrigo de um projecto pioneiro na Europa, disse à Lusa o investigador José Pedro Andrade.
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Submeter um projecto científico que visasse simultaneamente a redução de custos e aumento de produção, mitigando o impacto ambiental em aquacultura, de modo a que esta se torne mais sustentável, foi o desafio lançado pela World Aquaculture Society (WAS) em parceria com a NOVUS, uma das maiores empresas mundiais de produção e investigação em aquacultura (EUA) a alunos de Mestrado e Doutoramento de todo o globo.
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O myxa, uma espécie de peixe do Pacífico e do Atlântico sem maxilar e espinha dorsal, solta uma substância viscosa extremamente concentrada que serve de autodefesa e esta poderá ser usada como tecido para fabricar a roupa do futuro, segundo uma equipa de investigadores da Universidade de Guelph, no Canadá.
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Quatro novas espécies de baleias-de-bico foram descobertas nas profundezas do Oceano Atlântico, disse à Lusa um investigador português na área da paleontologia e membro da equipa científica internacional responsável pelos achados dos fósseis. “Estes novos achados destas espécies de baleias são um avanço para a ciência, porque ajudam a compreender melhor a evolução deste tipo de baleias, que existem atualmente, mas estas são espécies fósseis e, portanto, são antepassados das atuais”, explicou o cientista Octávio Mateus.
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Os diques que protegem as áreas urbanas da subida dos rios falham, por vezes, causando cheias catastróficas. O que pode ser feito para prever esses desastres?
“Debaixo dos meus pés há 48 sensores que nos dizem, constantemente, qual é o estado deste dique e como se está a comportar. Com essa tecnologia, este é o dique mais inteligente do mundo”, garante Robert Meijer, professor da Universidade de Amesterdão e coordenador do projeto UrbanFlood.
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Os cientistas afirmam ter descoberto no Golfo do México um espécime inédito de tubarão-toiro, que tem duas cabeças mas é um animal só, não se tratando de gémeos siameses.
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A excepcional regulação térmica destas aves, que passam vários meses a chocar os ovos, todas juntinhas, aos milhares no meio de nenhures, e conseguem sobreviver ao frio profundo da Antárctida, acaba de revelar mais um segredo.
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