Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

ALERTA DO SECRETÁRIO DE ESTADO DO MAR

Proibição da remoção das barbatanas de tubarão vai «aumentar dificuldades» na pesca

O Secretário de Estado dos Assuntos do Mar considera que a proibição comunitária de remoção das barbatanas de tubarão a bordo vai aumentar as dificuldades no setor da pesca, considerando que "têm de ser reduzidas".

Em causa está, sobretudo, a proposta da Comissão Europeia aprovada a 22 de novembro no Parlamento Europeu, para prevenir a prática de ‘finning’, que consiste em aproveitar as barbatanas e rejeitar as restantes partes dos tubarões, que são atiradas ao mar.

Salientando que esta "não é a prática portuguesa", que também comercializa a carcaça do tubarão, Manuel Pinto de Abreu disse à agência Lusa que esta proibição "é uma dificuldade acrescida" para o setor das pescas.

"Temos de a enquadrar no que é o seu objetivo e procurar a forma mais inteligente de reduzirmos ao mínimo o impacto negativo que tem", afirmou o secretário de Estado, à margem de um evento da Associação Bandeira Azul.

Manuel Pinto de Abreu disse que a tutela está a "tentar arranjar um grupo para fazer o acompanhamento permanente das pescas", com pessoas e entidades com "grande representatividade no setor", para abordar vários temas.

O secretário de Estado recusou que se crie um grupo de trabalho específico para analisar o futuro da frota palangreira de superfície, como sugeriu a Associação dos Armadores das Pescas Industriais (ADAPI), por considerar que "não vale a pena ter muitos grupos de trabalho, senão há multiplicação de esforço e poucos resultados".

Apesar das "ações e defesa" do Governo para que a proposta não avançasse, a proibição resulta do conjunto dos países da União Europeia, que "decidiram que esta é a melhor forma para contribuir para a conservação de uma espécie que nalguns casos está em perigo".
Apenas Portugal e Espanha serão afetados por esta medida, os únicos que possuem uma frota do género, envolvendo 186 navios e mais de 2.700 pescadores, prevendo-se um prejuízo anual de 10 milhões de euros decorrente desta proibição.

Contudo, a frota comunitária é responsável por apenas sete por cento das capturas mundiais de tubarão, recordam os armadores
 

















Artigos relacionados:

  • Tubarões em perigo
  • Mergulho com tubarões em gaiola
  • Americano é íntimo de tubarões e prova a sua coragem em fotos
  • O maior santuário do mundo para tubarões foi criado no Oceano Pacífico
  • Águas territoriais das Bahamas declaradas Santuário de Tubarões
  • Tubarões avistados no Algarve são boa notícia para a costa portuguesa
  • Deitadas fora 70 milhões de toneladas de peixe na última década
  • Novo Centro de Mergulho na ilha de Santa Maria
  • Almoce com tubarões ao seu lado