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RUBY PRINCESS

Vírus ataca a bordo de cruzeiro da mesma empresa do Costa Concordia

Mais de 100 passageiros que integravam um cruzeiro da Carnival Corp foram infectados com um vírus gastrointestinal. O incidente envolve um navio da mesma empresa de cruzeiros responsável pelo Costa Concordia, que encalhou e adornou em Janeiro na costa de Itália.

Ao todo, 90 passageiros e 13 elementos da tripulação do navio Ruby Princess contraíram norovírus, o tipo de vírus mais comum em viagens de barco e que pode ser transmitido pela ingestão de alimentos crus manipulados por mãos infectadas.

O vírus é altamente contagioso e provoca sintomas como vómitos e diarreia, prologando-se os efeitos durante um a três dias, esclareceu Julie Benson, porta-voz da Princess Cruises, uma das subsidiárias da empresa Carnival Corp, em declarações à Reuters.

O cruzeiro em questão saiu da Florida a 29 de Janeiro com destino às Caraíbas, tendo hoje regressado à Florida, como estava previsto. Um outro cruzeiro da mesma empresa, o Crown Princess, foi também afectado pelo mesmo vírus na semana passada, mas segundo Julie Benson foi devidamente desinfectado e até já partiu para outra viagem.

As notícias coincidem com uma altura em que a empresa tenta lidar com os impactos financeiros que o acidente com o Costa Concordia provocou e em que, ao mesmo tempo, tenta limpar a imagem junto da opinião pública, nomeadamente em termos de segurança nas viagens.

Até ao momento foram recuperados 17 corpos de vítimas mortais do Costa Concordia, mas ainda há pelo menos 15 pessoas desaparecidas, sendo que as buscas já terminaram. Quando o navio embateu numa rocha e adernou ao largo da ilha italiana de Giglio, a 13 de Janeiro, levava a bordo mais de 4200 passageiros.

Em tribunal corre já um processo contra o comandante do Costa Concordia. Francesco Schettino está em prisão domiciliária e é acusado de ser responsável pelo desastre e de ter abandonado a embarcação antes de estarem terminadas as operações de evacuação. A empresa já ofereceu uma indemnização de 11 mil euros a cada um dos passageiros que saíram do navio a salvo, sob condição de não processarem a empresa.







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