Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

NAVIOS-MOINHO

O «Bois Rosé»

Além do “Efeito Magnus”, existem outras formas de fazer mover navios através da energia eólica, que não têm a ver com esse método, mas que utilizam uma torre, idêntica às torres de produção de energia eléctrica, que podem fazer a transmissão mecânica directa para a hélice do navio ou fazer essa transmissão electricamente para um motor que fará girar a hélice. Neste último caso a energia produzida pela torre eólica também pode ser armazenada em baterias, para ser utilizada mais tarde.

Em 1923, os engenheiros franceses Constantin e Joessel construíram um barco que navegou no rio Sena movido por uma hélice accionada por um “moinho de vento”, instalado no topo de um mastro, conforme mostra a imagem de topo. O barco navegava mesmo contra o vento, coisa que muitos físicos tinham por impossível. Na realidade, a demonstração teórica de que uma tal embarcação pode navegar contra o vento não é fácil. Nesta versão o “moinho de vento” era uma hélice do tipo das dos aviões, mas já de passo variável.
O “Bois Rosé – assim se chamava a embarcação – não entusiasmou os potenciais utilizadores, tendo caído no esquecimento.

A ideia foi retomada alguns anos mais tarde pelo arquitecto Michel Bigoin que procedeu a estudos aero e hidro-dinâmicos, na intenção de conseguir o melhor rendimento para as suas embarcações eólicas. Tinha esperança de que os seus barcos superassem em “perfomance” os tradicionais veleiros.

Esta maquete, de nome "Xargo II, tinha 2,3 mts de comprimento e 0,51 de boca. Pesava 37,5 Kg e estava equipada com um mastro de 1,05 de altura e uma hélice eólica de 1,64 de diâmetro. Andava a dois nós, contra um vento de força quatro; atingia 3,6 nós com o mesmo vento de través e 4,5 nós com vento de popa. Nestes barcos o mastro tem que estar situado no centro da deriva, para que possam navegar a qualquer rumo, independentemente da direcção do vento.

 

O catamarã Apocalipse II, equipado com uma turbina eólica de propulsão
 

FONTE: BLOG " MEIO SÉCULO DE APRENDIZAGENS "

 







Artigos relacionados:

  • Dia Mundial da Energia
  • O conceito de «navio verde» da SIEMENS
  • E-Ship 1 permite economia de combustível entre 30 a 40%
  • Poupar CO2 equivalente ao que é lançado por 600 mil carros que percorrem a distância de 100 KMS
  • «Buckau», antecessor do E-Ship 1
  • Solidal participa na instalação da primeira torre eólica flutuante no mar
  • Oceana aplaude os avanços que estão a acontecer na energia eólica marinha em Portugal e Espanha
  • Portugal terá 1.ª torre eólica flutuante no Verão
  • REVOLUCIONÁRIO NAVIO AMIGO DO AMBIENTE: «E-Ship1» pela terceira vez no Porto de Leixões