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Notícias
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Carlos Vasconcelos defende «complementaridade» no transporte do Corredor E-80
Aveiro foi o palco escolhido para o primeiro Workshop do Grupo de Trabalho 1 do Projeto Intermodalidade E80, congestionada via de trânsito internacional que une a costa Atlântica portuguesa com a Europa Central e Setentrional, atravessando a Península Ibérica. O projecto junta importantes agentes do Corredor E-80: APA, APDL e ZALDESA.
Carlos Vasconcelos, da MSC, centrou a sua apresentação em exemplos práticos do transporte de contentores através do Short Sea Shipping (SSS). "Falamos na necessidade do SSS como alternativa ao rodoviário por duas razões essenciais: a sustentabilidade e a competitividade", começou por referir, apresentando duas experiências da MSC em Portugal, que mostraram as vantagens competitivas e ecológicas do SSS.
Lorenzo Fiamma, da EMSA, apresentou o projeto Blue Belt, uma iniciativa da presidência belga da U.E., com tecnologia avançada que permite não só a localização atual e toda a informação relativa a cada embarcação, como também uma base de dados extensa com o percurso já realizado pela mesma. Enalteceu que o projeto Blue Belt “estimula o Short Sea Shipping e explora novas formas de promover rotas em zonas marítimas da U.E.”, e recordou que o projeto piloto foi colocado em marcha a 2 de maio, estando previsto para novembro/dezembro uma avaliação dos resultados obtidos.
A última intervenção do Workshop ficou a cargo de Fernando Lima, da Transitex, que manifestou o empenho da empresa em "retirar camiões da estrada, transferindo carga para o mar”, o que, segundo o próprio, “não quer dizer que queiramos matar o rodoviário”, mas sim promover uma atuação de complementaridade e de intermodalidade.
Fernando Lima trouxe a debate alguns problemas que a Transitex tem sentido na sua actividade. "Temos que pensar em como resolver o problema dos contentores, como se faz em Espanha onde a carga é retirada dos contentores ainda nos portos e transportada em camiões, podendo o mesmo camião transportar diferentes tipos de carga na ida e na volta", começou por referir, acrescentando um outro entrave: "Não existem formas de acompanhar e controlar a mercadoria no serviço porta-a-porta".
FONTE: CARGO (media partner do evento)

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REPORTAGEM FOTOGRÁFICA: consciente | Audiovisuais e Multimédia Lda.

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