Portos de Portugal
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Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

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Uma solução Intermodal competitiva

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O Paraíso dos Cruzeiros

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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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COMEÇA HOJE A ESTAÇÃO MAIS QUENTE DO ANO

Solstício de Verão às 17:16

No entardecer dos dias de Verão, às vezes,
Ainda que não haja brisa nenhuma, parece
Que passa, um momento, uma leve brisa...
Mas as árvores permanecem imóveis
Em todas as folhas das suas folhas
E os nossos sentidos tiveram uma ilusão (...)
ALBERTO CAEIRO (Fernando Pessoa)

Simulacro de acidente ferroviário testa meios de socorro em Aveiro

Exercício CACIA 2013 testou na tarde de sábado os meios de socorro para um acidente ferroviário entre composições de passageiros e de mercadorias perigosas.

POEMAR

Fundo do Mar | Sophia de Mello Breyner Andresen

No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.

Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.

POEMAR

Vozes do Mar | Florbela Espanca

Quando o sol vai caindo sobre as águas
Num nervoso delíquio d'oiro intenso,
Donde vem essa voz cheia de mágoas
Com que falas à terra, ó mar imenso?...

Tu falas de festins, e cavalgadas
De cavaleiros errantes ao luar?
Falas de caravelas encantadas
Que dormem em teu seio a soluçar?

NA GALERIA DO ANTIGO EDIFÍCIO DA CAPITANIA DO PORTO DE AVEIRO, ATÉ 15 DE MAIO

Marcos Sílvio expõe «Oriente-Ocidente»

Na Galeria do antigo edifício da Capitania do Porto de Aveiro encontra-se patente, até 15 de Maio, “Oriente-Ocidente, do mar das paixões ao mar da tranquilidade”, de Marcos Sílvio. Considerando-se «mais marinhista que paisagista», o artista, que em 2011 celebra 35 anos de carreira, confessa que a sua temática preferida é, «sem dúvida, o mar e tudo o que lhe diz respeito», sendo mesmo considerado como «pintor do mar».

DOIS VÍDEOS DA EXPOSIÇÃO

«Oriente-Ocidente»

Divulgamos dois slideshows em vídeo com 54 imagens das pinturas, desenhos e miniaturas que integram a exposição “Oriente-Ocidente, do mar das paixões ao mar da tranquilidade”, de Marcos Sílvio.
Patente na Galeria do antigo edifício da Capitania do Porto de Aveiro entre 21 de Abril e 15 de Maio.
A exposição de pintura e modelismo é composta por temas essencialmente náuticos.
 

CINEMA EM DESTAQUE

Filme português «A espada e a rosa» rodado na Caravela Vera Cruz

Um barco de piratas modernos, uma matéria mágica inventada por um cientista louco, uma diáspora por nenhures... Dito assim até parece um filme de aventuras, dedicado ao público mais jovem, mas a "Espada e a Rosa", estreado esta semana, a primeira longa-metragem de João Nicolau, é um filme que arrisca tudo, num experimentalismo cinematográfico levado ao limite, deixando os espectadores entre a espada e a parede. Ou tira-lhes o chão, como diz o realizador. O que interessa é navegar, em alto mar, fora de pé; para alguns o filme afunda-se, para outros descobre mundos submersos. Não tem o canto das sereias, mas a música dos Münche, banda do próprio realizador, que é uma bóia de salvação, mesmo quando tudo vai ao fundo.

 

Barcos em garrafas

Há quem atribua esta arte aos marinheiros, mas a origem parece no entanto estar situada nos inícios do séc.XVI nas chamadas garrafas de paciência. Estas tinham motivos e cenas religiosas e não custará muito crer que, nas mãos de um marinheiro, que provavelmente já as conhecia, o interior da garrafa mudasse de tema.

Não se sabe quem começou a colocar barcos dentro de garrafas, nem quando isso aconteceu, mas uma garrafa, contendo um barco no seu interior, que contém informação sobre quando foi feita encontra-se no museu de Luebeck, na Alemanha, datada de 1784.

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

O mar dos meus olhos

Há mulheres que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Mar Sonoro

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho.
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Liberdade

Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade.

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Mesmo que eu morra o poema encontrará Uma praia onde quebrar as suas ondas

Mesmo que eu morra o poema encontrará
Uma praia onde quebrar as suas ondas

E entre quatro paredes densas
De funda e devorada solidão
Alguém seu próprio ser confundirá
Com o poema no tempo

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Bebido o luar

Bebido o luar, ébrios de horizontes,
Julgamos que viver era abraçar
O rumor dos pinhais, o azul dos montes
E todos os jardins verdes do mar.

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Mulheres à beira-mar

Confundindo os seus cabelos com os cabelos
do vento, têm o corpo feliz de ser tão seu e
tão denso em plena liberdade.

Lançam os braços pela praia fora e a brancura
dos seus pulsos penetra nas espumas.

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Hora

Ao longe por mim oiço chamando
A voz das coisas que eu sei amar.

E de novo caminho para o mar.

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Navio naufragado

Vinha de um mundo
Sonoro, nítido e denso.
E agora o mar o guarda no seu fundo
Silencioso e suspenso.

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Pirata

Sou o único homem a bordo do meu barco.
Os outros são monstros que não falam,
Tigres e ursos que amarrei aos remos,
E o meu desprezo reina sobre o mar.

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Deriva

Vi as águas os cabos vi as ilhas
E o longo baloiçar dos coqueirais
Vi lagunas azuis como safiras
Rápidas aves furtivos animais
Vi prodígios espantos maravilhas
Vi homens nus bailando nos areais
E ouvi o fundo som das suas falas
Que nenhum de nós entendeu mais

MAR NA PINTURA

BARCOS, de Amadeo de Souza-Cardoso

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